Quantas narrativas são necessárias para produzir a subjetividade de uma mulher?

Filme: Yalda, uma noite de perdão

Por Adriana Domingues, Ana Lucia Gondim Bastos, Jaquelina Imbrizi e Julia Bartsch

Uma jovem mulher chega algemada a um prédio, levada por outra mulher, a policial responsável por sua condução. Ambas são recepcionadas por uma terceira mulher. Posteriormente, entendemos ser ela funcionária do local. Com elas, uma quarta mulher, mãe da jovem. Todas portam o hijab, tradicional véu utilizado por mulheres islâmicas, obrigatório no Irã desde a chamada Revolução Iraniana, de 1979. Yalda, uma noite de perdão, filme iraniano de 2019, dirigido por Massoud Bakhshi, não desvela a trama de uma vez e, assim, será pelos 89 minutos do filme. O ato de assistir a filmes iranianos exige do espectador uma espécie de desapego de enredos com alguma linearidade e um final algumas vezes com fios soltos e inconclusivos. Yalda, entretanto, entrega uma história que, tal qual um tapete persa, vai mostrando seu desenho enquanto é confeccionado, surpreendendo a cada novo elemento que surge. Só ao final, temos uma história inteira, ainda que possamos concluir, a continuidade das histórias individuais possa exigir novos teares. 

Somos informados, nos minutos iniciais, de que o filme se inspira em um programa televisivo iraniano chamado Mah-e Asal (Lua de mel, em farsi). Este programa, transmitido até 2018, era conhecido por colaborar com o sistema judiciário iraniano, baseado nas Leis Islâmicas e que incluem o princípio “olho por olho”. Após vermos as mulheres transitando pelos corredores do prédio nos minutos iniciais, surge a primeira figura masculina. É ele quem vai informar à jovem mulher (e a nós), o que nos espera e onde estamos, afinal. A jovem, Maryam, havia sido condenada à morte e estava no programa para conseguir obter o perdão de Mina, filha de seu falecido marido. É a voz do homem que dirige e determina como acontecerá o programa televisivo, fio condutor do filme em si. Vemos um rápido jogo de poderes entre duas mulheres quando a funcionária do programa vale-se de sua autoridade temporária e diz à policial, figura de autoridade per se, que ela não poderá entrar no setor de transmissão do programa. Yalda se refere a uma data tradicional na cultura iraniana, tida como a noite mais longa e escura do ano. Nesta noite, famílias se encontram para uma refeição farta, leitura de poesia (como vemos em uma das cenas de entretenimento televisivo) em uma mesa recheada de romãs e melancias, tal qual a mesa no cenário central do programa. A romã representa energia e vida nova, enquanto as melancias remetem às temperaturas altas do desejado verão. O perdão, na religião islâmica, é tido como uma virtude, a considerar as circunstâncias do delito (ISMAIL, 2014). Transformando tradições em entretenimento, o programa oferece a indenização à vítima (completa ou parcialmente, de acordo com a votação dos telespectadores) da quantia judicialmente estabelecida, ou seja, a fiança necessária para arquivamento do processo. Quem fica responsável por tal pagamento são os ‘patrocinadores’ do programa, enquanto a audiência é convidada a votar pela decisão

final de suas preferencias, apesar de  só Mina pode conceder o perdão e, assim, libertar Maryam da pena de morte.  

O que se coloca como cena principal no palco do auditório é a virtude do perdão e o julgamento moral. Não há separação entre o espírito religioso e o âmbito social – a virtude do perdão é, sobretudo, uma forma de exercer uma necessidade coletiva de parâmetros de justiça. No Islamismo, o exercício do perdão individual tem lugar de destaque, sem diminuir o papel da lei e o estabelecimento da justiça, definindo os parâmetros do direito do lesado sobre o que lesa. Na perspectiva da lei do talião, a qual impõe rigorosa reciprocidade do crime e da pena, quem fere outra pessoa deve receber uma pena em grau semelhante e aplicada pela parte lesada.  Na lógica do “olho por olho”, segundo tipo de punição na Lei Islâmica, o perpetrador de um crime é punido com a mesma injúria que causou à vítima. Se uma pessoa causar a morte de outra pessoa, deverá ser condenada à morte. Se cortou ou injuriou um membro da vítima, seu próprio membro será cortado. A retribuição justa é o princípio básico que rege esta lógica. ”A lei de talião em si, não anula o exercício do perdão individual nas questões das relações humanas que não constituem crimes contra a vida, a propriedade e a honra; e mesmo nessas questões há espaço para o perdão individual em muitas circunstâncias” (ISMAIL, 2014). Assim está a vida de Maryam, entre a compensação e a retaliação pelo assassinato de seu marido.

No caso de crimes em que o criminoso transgride diretamente uma outra pessoa, o Islã atribui um papel importante ao desejo da vítima ou de sua família. É a filha primogênita, ex-patroa e ex-nora de Maryam, que irá decidir se a punição deve ou não ser executada. Como vítima, detém o direito e o poder de perdoar ou punir Maryam. O perdão é encorajado pela promessa de recompensa na outra vida para aquele que o faz (WOLFART e JUNGES, 2012). No caso de Mina, a recompensa é financeira, serve para acertar suas dívidas e escapar para outro país depois de encerrado o episódio.

Conhecemos, então, Mina, filha do homem que Maryam teria matado, uma mulher, diferentemente da simplicidade de Maryam, altiva, rica e ressentida. Não há pistas de que haverá ou não perdão. Instantes antes de ambas serem convidadas a subir no palco, Maryam hesita e quando sua mãe se oferece para falar em seu lugar, Maryam reage, resgatando seu poder de existir e falar. O apresentador do programa se coloca entre as duas convidadas, todos em suntuosas poltronas que mesclam um cenário kitsch com um lugar que pretende oferecer conforto. Mina se apropria desse espaço que a faz parecer estar em um trono, enquanto Maryam senta-se na ponta da poltrona, deslocada e humilhada. O apresentador faz perguntas a ambas, direcionado pelo que escuta do diretor em seu ponto eletrônico. Embora o clamor pelo perdão seja o mote do programa, fica evidente o interesse em prender o espectador. Damo-nos conta, enquanto espectadoras do filme, que também fomos apanhadas e tomamos parte do espetáculo. Onde ele começa e onde ele termina, afinal? Até que ponto fomos “fisgadas” por um roteiro engenhoso e crítico em relação às formas de nos inserirmos no laço social e até que ponto somos audiência de mais um reality show de auditório?

Maryam torna-se um objeto para alcançar uma boa audiência, à medida que ela mesma tenta tornar-se sujeito. O documentário que precede a entrada de Maryam e Mina no palco nos remete aos nossos próprios programas sensacionalistas. Simulações da cena do crime, uma história contada com retratos dos envolvidos ao fundo, um jornalista empunhando um simbólico microfone na frente da casa onde o crime aconteceu, uma narração dramática. Só então sabemos do que Maryam era acusada. Vemos seu incômodo à medida em que assiste ao documentário sobre seu próprio infortúnio de dentro de uma sala de paredes escuras, junto dos técnicos atentos às telas que reproduzem as imagens das câmeras e do diretor do programa e sua assistente. Seu corpo aponta o que ela não pode falar. Maryam sacode as pernas, se coça, implora para falar com Mina antes do programa. Não é vista e nem ouvida, apenas levada de um lado ao outro, enquanto sua vida é espetacularizada e seu suposto crime romantizado. Maryan chega a surpreender-se com fotos e imagens e olha para mãe incrédula de que esta tenha se prestado a oferecer tal material para o programa, ao que a mãe responde dizendo que escolhera as melhores fotos e segue numa insistência angustiante de escolha de figurino para melhor apresentação pública da filha. Afinal, na Sociedade do Espetáculo (Debord, 2007), o que é considerado são as boas aparências e é aquilo que pode ser visto.

Uma nova mulher surge na cena, acompanhada de um homem, que carrega algo que ainda não conseguimos identificar e tenta falar com a mãe de Maryam, que, por sua vez, não atende ao telefone. Seu acesso é barrado na recepção do prédio e então, paralelamente aos acontecimentos naquele espaço produzido para o programa, acompanhamos sua angústia, sem que saibamos o porquê. Uma atriz passa por ela, acompanhada da mesma funcionária do programa que acompanhou Myriam no início do filme. Tomada pelo lugar de celebridade, não dá atenção àquela mulher barrada. A atriz, faz sua rápida aparição no programa, parecendo não ter muito a acrescentar. É na sua saída que volta a ser interceptada e, finalmente, a mulher e o homem que a acompanha entram. Será mais um elemento surpresa que dará voltas à história. Elemento este que não pode ser revelado ao vivo. Em um intervalo, Mina, em sua própria angústia, transita pelo corredor e descobre do que se trata. Quase tão prisioneira quanto Maryam, foge do estúdio, sendo resgatada, já em seu carro, no meio de um trânsito tão caótico quanto tudo o que passava, pela mesma funcionária que conduzia as mulheres de um lado ao outro no interior do prédio. 

Ao chegarmos no momento esperado, o programa anuncia a decisão de Mina. Entendemos então que a decisão pública e sua decisão interna eram seu principal conflito, revelado na luta entre seus sentimentos e sua exposição, tão pública e explorada quanto a de Maryam. Maryam ouve sua decisão, sabendo que sua própria existência e a decisão sobre o que estava por vir não se encerravam ali. Em um gesto, apanha um objeto que, espectadoras, entendíamos como uma solução dramática. Deparamo-nos com nossos próprios equívocos de julgamento, em um filme que traz justamente como ponto central o ato de julgar e o que está em jogo nesse julgamento. A (in)justiça e as complexidades inerentes aos laços sociais, reduzidas (também elas) a produtos a serem consumidos, a serviço da publicidade de outros tantos produtos. A condição de cidadania reduzida a de consumidores, como colocado por Bauman em sua obra “Em busca da política” (1999). Contudo ali, o autor fala da falta de espaços públicos, na contemporaneidade, espaços que sirvam como Ágora da Grécia Antiga (praças públicas, nas quais cidadãos se reuniam para discutir assuntos ligados à vida na cidade, pólis), levando os cidadãos a buscarem seus direitos apenas numa esfera privada de sua condição de consumidores. O argumento do livro é que a liberdade individual só pode ser almejada por meio de trabalho coletivo e, este acontece em espaços de encontros e discussões compartilhados por todos. Bakhshi, no roteiro de Yalda, pouco mais de três décadas mais tarde, conta como os espaços de discussão coletiva sobre assuntos relativos à vida na cidade vão também sendo cooptados pela lógica do consumo rápido, inclusive, da espetacularização da miséria humana.

Um filme cuja protagonista é uma mulher, cercada por várias mulheres, seja a sua mãe, seja a filha do seu falecido marido, seja a produtora, a ajudante de palco, a atriz famosa convidada para uma participação especial e as personagens que vão complicar um pouco mais a cena do filme. Todas usando hijads de cores diferentes em um programa de televisão popular no Irã, que mostra o mundo patriarcal sem maquiagens. Há maquiagens também para Maryam que olha para tudo com espanto e com a certeza de que irão julgá-la e condená-la em um mundo que já havia condenado-a por ter nascido mulher em classe social subalternizada. Quem pode falar por Maryan? Quem é realmente Maryan diante de tantas narrativas que pairam sobre ela na película? Quais e quantos são os discursos que atravessam esta mulher em apenas uma noite em um programa de TV, tipo “Você decide” e “Big Brother” no Brasil? Programas que misturam vida pública e vida privada, decisões de cunho singulares que são transformadas em cenas espetaculares para um público faminto do “mais do mesmo”, entediado e tocando uma vida sem sentido.

A primeira vista cinéfila já acostumada com filmes iranianos as remeteria a filmes do  tipo em que o tempo não passa, como em um “Gosto de Cereja”, de Abbas Kiarostami, nos idos 1997, mas a película Yalda é agitada e mostra os bastidores e o que se passa ao vivo em um programa de TV. Como que trazendo um outro ritmo, vemos o senhor que serve o chá que ninguém quer aceitar diante da atribulação de um programa de TV ao vivo.

Maryam nos inspira dó, no início, pois parece que ninguém a escuta e não querem lhe dar lugar de fala. Uma mãe controladora a persegue por todos os espaços na tentativa de controlá-la por falar demais, o apresentador também aconselha a protagonista a não exagerar na fala porque senão ela irá dar munição para a sua própria condenação. É como se houvesse um propósito do diretor de causar preocupação no telespectador quanto ao fato de que Maryam está fadada a se autoboicotar e entregará de mãos beijadas a sua condenação à pena de morte.

Há um pouco de melodrama quando assistimos duas mulheres frente a frente em um programa de auditório: a filha e a esposa de homens que ocupam os lugares de provedores e as colocam no lugar de objeto de seus desejos. Há diferenças de condições socioeconômicas e culturais entre as duas e assistimos a olhos nús o fato de que entre as mulheres não há só sororidade, mas competição por um lugar ao sol diante de homens que detêm o poder e o dinheiro. Entre filha e esposa não há tanta diferença já que são subservientes à memória do Pai. O que resta é ser mãe de um menino do sexo masculino para perpeturar o poderio do clã familiar. Não há saída para as mulheres no Irã, quem dera fosse só lá, todas tentam escapar de alguma forma de um mundo cujas alternativas são mínimas. No caso, quem não as deixa escapar é a produtora e ajudante de palco que tem como função cuidar para que elas não desapareçam justamente no momento em que estarão diante dos holofotes e das câmeras.

Talvez a reflexão que reste para nós mulheres, que assistimos com certo distanciamento o que se passa na película, são as características do patriarcado que já supúnhamos ter superado aqui no Brasil, mas é pura ilusão. Tudo se passa para nos lembrar que todas nós somos feitas de narrativas que aprisionam as mulheres em determinados lugares nas sociedades ocidentais: da mãe amorosa à puta que quer se aproveitar do dinheiro do marido com melhores condições financeiras do que as dela; a mulher desatinada capaz de matar homens que as oprimem e as aprisionam durante uma vida inteira ou durante um “casamento temporário”. Ela teria engravidado de propósito ou seria uma virgem ingênua que se deixou seduzir por um homem mais velho? A cada cena uma surpresa na qual Maryam, com sua expressão de espanto, vai conduzindo o telespectador que já neste momento também se confunde diante de tantos discursos aprisionantes na vida dela. bell hooks em sua obra “tudo sobre o amor: novas perspectivas” (2021) enfatiza a importância de desmascarar “o mito de que abuso e negligência podem coexistir no amor”, tão difundido e naturalizado numa sociedade patriarcal, racista e niilista. 

Como não nos lembrar dos filmes de outro diretor magnífico iraniano Asghar Farhadi, como “A procura de Elly” de 2009 e “A separação” de 2011, no qual o roteiro começa acompanhando a protagonista até o ponto em que vários personagens falam ao mesmo tempo tentando decifrar os enigmas da vida: o desaparecimento de uma jovem em uma casa de praia e o fim de um casamento no qual várias gerações estão envolvidas.

Às vezes, também, ficamos com a impressão de que Maryan já não tem mais nada a perder, a condenação à morte é pouco para quem tem sua vida privada invadida pela Indústria Cultural.

Ela encontra-se dentro de uma máquina televisiva, aprisionada por cabos que conectam a decisão de sua vida na mão de telespectadores e patrocinadores. São eles que ajudam a decidir o final do capítulo, números de audiência que representam qual é o julgamento moral esperado da parte da filha, detentora da palavra final sobre o merecimento do perdão. A própria Indústria Cultural por trás dos inúmeros programas de auditório produz o esquecimento dos personagens transformados em celebridades e descartados como objetos obsoletos ou de ridicularização. São protagonistas de uma novela da vida real, funcionando como combustível para uma máquina que tudo queima. A câmera televisiva foca o que deve ser objeto de observação. A produção do programa regula o que está “dentro” ou “fora” do roteiro, e também o que precisa ser incluído para aumentar a audiência. Quase sempre é a exposição pública de assuntos da vida privada de quem está em questão. Nada deve escapar à câmara, em especial a dimensão afetiva da vida dos personagens. Há certa forma de sadismo, masoquismo, exibicionismo, voyeurismo em tudo isso, mas isso não pode servir para perder de vista a dimensão social destes programas – o espetáculo de uma forma de dominação que é estrutural. 

O programa de auditório funciona como uma máquina que tudo vê e faz ver. O passado e o presente de Maryan são retratados minuto a minuto, quadro a quadro. Foco em detalhes que produzem uma narrativa sobre quem seria essa jovem assassina e os motivos que teria para assassinar seu marido. As câmeras permitem o acesso do olhar do espectador àquilo que se passa no palco principal e ocultam os bastidores. São máquinas de fazer ver que produzem formas de ver e dizer sobre o que se vê. Dispositivos tecnológicos que funcionam como uma construção arquitetônica de discursos e jogos de poder. Neste jogo, o olhar não recai mais sobre aqueles que exercem o poder – a mídia, os patrocinadores e a produção do programa, mas sobre aqueles sobre o qual o poder é exercido.

Yalda seria um filme feminista porque denuncia a opressão sofrida pelas mulheres iranianas que ressoa nas mulheres ocidentais? 

Se sim, não nos oferece um final feliz. O fim do filme é o término do programa de auditório no qual todos os personagens esperam seus meios de locomoção para voltar para as suas residências ou para as prisões. Talvez a mensagem seja a de que não há saídas prontas e nem finais felizes na vida das mulheres, mas muita luta pela frente diante de um opressor que não habita só o contexto histórico-social, o fora da psique feminina, mas reside dentro de cada uma de nós, ditando regras e seguindo, ao mesmo tempo, em que destitui os discursos e narrativas conflitantes. Resta a cada uma de nós e no coletivo começarmos a escrever as nossas próprias histórias, começando pela crítica aos discursos que tentam nos aprisionar em lugares determinados. Talvez, seja este o alerta do filme “Yalda”: não há o que e a quem perdoar, mas sim muitos discursos e estruturas sociais a serem destituídas e desconstruídas!!!

Se não, este não seria um filme feminista, pois apesar de a protagonista parecer perdida diante das narrativas contraditórias e opressoras que a atravessa e procurar ser sujeita da própria história e de tomar decisões importantes na sua vida, todo o diálogo do filme tem como tema central o homem, o pai e marido. Sempre reverenciado, sempre funcionando como o pólo central da vida destas mulheres; sempre sendo orbitado por mulheres. Um filme feminista falaria de liberdade, aliás palavra que nem aparece na película, colocaria em seus diálogos as discussões culturais e políticas sobre os direitos de todas as mulheres. O filme Yalda não passaria no teste de “Bechdel-Wallace”: cuja regra é ter pelo “menos duas personagens femininas conversando entre si sobre algum assunto que não seja um homem”.

Referências Bibliográficas:

Bauman, Z. Em Busca da Política. São Paulo: Zahar, 1999

Debord, Guy. A Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 2007

hooks, bell tudo sobre o amor:novas perspectivas. Editora Elefante, 2021

 ISMAIL, Ahmed. O Islam e a virtude do perdão. Disponível em: https://www.arresala.org.br/biblioteca/o-islam-e-a-virtude-do-perdao. Acesso em 16 de dezembro de 2021.

WOLFART, Graziela; JUNGES, Márcia. O Islã encoraja o perdão. Revista do Instituto Humanitas. Edição 388, 9 de abril de 2012. Disponível em: https://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/4342-daniel-yussuf-abu-tariq. Acesso em 16 de dezembro de 2021.

https://es.wikipedia.org/wiki/Yalda

Ellen Tejle, a sueca que colocou o teste de Bechdel-Wallace nos cinemas

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